O Poder do Branding: Como Incorporadoras Inteligentes Lucram Mais
Branding é dinheiro na mesa – e quem ignora está perdendo.
Se tem uma coisa que eu já ouvi dezenas de vezes nos bastidores do mercado imobiliário, é:
"Branding é legal, mas no fim do dia o que importa é preço e localização."
A NVS LAB já ajudou a construir marcas e posicionar empreendimentos que somam bilhões em VGV, e eu posso te dizer com toda certeza: essa visão está ultrapassada.
Se você ainda acha que branding é só um “embelezamento” do produto, você está perdendo dinheiro.
Não sou eu quem está dizendo – são estudos de Harvard, MIT, Stanford e Knight Frank que comprovam que um branding bem feito gera preço mais alto, vendas mais rápidas e liquidez maior na revenda.
Aqui estão cinco estudos que acabam com qualquer dúvida e mostram por que branding não é custo – é alavanca de resultado.
1. Harvard Business Review: Marcas Fortes Elevam o Preço e Aceleram a Venda
A Harvard Business Review publicou diversas análises ao longo dos últimos 10 anos mostrando como a força da marca afeta diretamente a WTP (Willingness to Pay, ou Disposição de Pagar) dos consumidores.
O que isso significa para o mercado imobiliário?
Incorporadoras com marca forte e empreendimentos bem posicionados conseguem vender unidades por preços mais altos e com menor resistência do comprador.
Um projeto bem trabalhado reduz a necessidade de descontos e preserva margens.
A percepção de valor criada pelo branding reduz objeções de compra e acelera a absorção do estoque.
Exemplo prático: Empreendimentos imobiliários premium que investem em branding consistente aumentam o preço do m² e preservam o valor de revenda, mesmo em ciclos de baixa do mercado.
2. MIT Center for Real Estate: Place Branding e a Valorização do M²
O MIT analisou o impacto do place branding (a construção da identidade de um local) e concluiu que empreendimentos com conceito bem definido e narrativa forte apresentam:
Aumento no valor do m² (tanto para venda quanto locação).
Maior atratividade para investidores e locatários, garantindo liquidez contínua.
Impacto positivo na identidade urbana, tornando bairros planejados mais valorizados.
Conclusão? Incorporadores que não trabalham o posicionamento de seus empreendimentos deixam de capturar esse valor.
3. Stanford GSB: Storytelling Eleva a Percepção de Valor e Acelera Vendas
A Stanford Business School estudou como a construção de narrativas fortes em produtos influencia a decisão de compra e concluiu que:
Empreendimentos que comunicam lifestyle, bem-estar e senso de comunidade têm maior aceitação de preços premium.
Os compradores conectam emocionalmente com projetos que contam histórias autênticas.
A comunicação bem-feita pode transformar um empreendimento padrão em um desejo aspiracional, reduzindo a comparação direta por preço.
Isso explica o sucesso de bairros planejados como Hudson Yards, Lakewood Ranch e The Grove nos EUA. O consumidor não compra apenas um imóvel – compra uma história e um conceito.
4. Knight Frank Wealth Report: O Overprice do Co-Branding
O relatório da Knight Frank analisou empreendimentos imobiliários com co-branding de luxo (como Bulgari, Armani/Casa e Ritz-Carlton Residences) e descobriu que:
Projetos que levam o nome de marcas premium apresentam um overprice de 20% a 30% em relação a empreendimentos comparáveis sem branding.
Esses empreendimentos têm uma liquidez de revenda superior, mantendo seu valor ao longo do tempo.
O impacto da marca é tão forte que, em muitos casos, o público-alvo nem mesmo visita a unidade antes da compra.
Esse dado prova que branding não é um custo, mas um investimento estratégico que multiplica a receita.
5. Journal of Real Estate Research: Branding Aumenta o Valor Inicial de 5% a 15%
Um estudo publicado no Journal of Real Estate Research analisou mercados na Ásia e nos EUA e constatou que empreendimentos com branding bem construído apresentaram:
Valorização inicial entre 5% e 15% no preço de venda.
Menor desvalorização em momentos de crise, preservando o capital investido.
Menos necessidade de investimentos extras em marketing, já que o boca a boca e a reputação da marca sustentam a demanda.
Ou seja, não é só um impacto no lançamento – o branding protege o valor do imóvel ao longo do tempo.
Conclusão: Branding não é estética, é estratégia de margem e liquidez
O mercado já tem as respostas. Se ainda existe dúvida sobre se vale a pena investir em branding, os estudos deixam claro que a pergunta correta é como fazer isso da maneira certa.
As incorporadoras que entendem esse jogo saem na frente. E quem ignora segue brigando por preço.
A escolha é sua.